“Temos que nos reinventar”, diz presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon

Há oito anos, em uma viagem para os EUA, o presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, Nilton Molina, 81 anos, teve de alugar um carro. O motorista era um engenheiro de 68 anos, fundador de uma metalúrgica pequena, vendida para uma gigante do setor, que viu sua renda de US$ 6.000 cair pela metade e teve de cortar gastos, incluindo lazer em família e viagens. “Ele deprimiu”, relembrou Molina ontem (28), na palestra “Longevidade: por que é preciso se preparar para viver mais”, um dos eventos da Virada da Maturidade, que segue até este domingo em São Paulo. 

A solução do americano foi simples. Fez um curso de guia de turismo, comprou um carro e completou a renda. Com algumas vantagens em relação à atividade anterior, entre elas a de escolher quando trabalhar. “Ele venceu o próprio preconceito”, avalia, sobre a troca da engenharia pela atividade de motorista. 

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Redação