Com 290 milhões de internautas cadastrados apenas no Brasil e 500 milhões no mundo, ela é a rede que mais gera oportunidades para a vida profissional dos usuários. Mas, para deixar relevante seu perfil no LinkedIn, é preciso estar atento a erros que são facilmente evitáveis.

“A plataforma oferece uma infinidade de boas ferramentas para o networking, mas o diferencial está no toque especial, o lado humano do contato e a forma como tratamos as pessoas da nossa rede”, ensina Catarina Pierangeli, jornalista pós-graduada em Gestão de Mídias Digitais.

Em suas mentorias, ele recomenda “tomar muito cuidado com o uso correto da linguagem e de fotos na linha do tempo, não perder o foco dos temas principais do seu objetivo, não postar temas ‘baixo astral’ e ter muita atenção com as imagens para que não fiquem distorcidas”.

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Para ela, há, sim, um jeito certo de usar o LinkedIn. “Apesar de cada um poder e dever imprimir seu próprio estilo, existe uma etiqueta social. É preciso ter atenção especial com a foto do perfil, a descrição do título e o resumo”, enumera.

Confira, a seguir, 10 dicas para evitar que seu perfil no LinkedIn perca relevância:

1. Não mostrar o rosto – “Perfis com foto são 14 vezes mais vistos, além de transmitirem transparência e confiabilidade”, diz Catarina.

2. Copiar textos do currículo – Dar um control+C, control+V do seu CV para o LinkedIn não faz sentido, já que os objetivos de cada recurso são bastante diferentes.

3. Escrever demais – “Cada plataforma tem sua peculiaridade. O LinkedIn, por exemplo, só permite posts com, no máximo, 1.300 caracteres com espaços.”

4. Não ser objetivo – “Foque no que você faz de melhor”, diz ela.

5. Deixar de listar suas competências – “É um erro fatal”, enfatiza a consultora, “pois todas as mídias digitais são, na verdade, robôs e precisam de palavras para mapear, entender quem somos e nos ligar aos demais usuários e vagas”. Por isso é fundamental compilar suas habilidades e deixá-las à disposição de votos (os “endorsements”) de outros usuários.

6. Esquecer dos resultados – Além de descrever seus diferenciais, mostre os resultados que alcançou. “E diga, claramente, o que busca e o que pode agregar à empresa.”

7. Subaproveitar o conteúdo – “É a alma do negócio”, lembra a consultora. Os grupos, por exemplo, “são importantes para divulgar nossa marca pessoal, conhecer pessoas, acessar novas oportunidades e, principalmente, para nos manter em contato com conexões por afinidades”. E ensina: “Dar dicas e oferecer ajuda, sempre que possível, contribui para criar novos laços e reforçar os existentes”.

8. Conectar-se aleatoriamente com as pessoas – “Todas as conexões devem ser feitas com critérios de acordo com os objetivos que queremos alcançar”, pontua Catarina. Apesar de a rede profissional sugerir contatos com pessoas importantes e com páginas das próprias empresas, facilitando a busca por novas propostas de trabalho, a consultora diz que “deve ser feito, primeiro, um convite personalizado para conexão e, em seguida, uma mensagem via inbox”. Um dos principais erros é não enviar um pedido de conexão personalizado, aproveitando a oportunidade de se apresentar. “No caso de empresas, é importante seguir quando há interesse em participar de processos seletivos para receber as vagas disponíveis.”

9. Ter perfil só em português – “Como estamos lidando com algoritmos, é interessante ter o perfil no idioma do país e, também, em outros idiomas como inglês e espanhol, preferencialmente. Assim, podem cruzar as palavras-chave com os demais usuários da plataforma e com as oportunidades de emprego.”

10. Não apostar em um link personalizado – Apesar de não ser propriamente um erro, “é uma funcionalidade que pode ajudar a nos diferenciar e dar relevância ao perfil”, finaliza.

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