Família

A Síndrome do Ninho Vazio bateu à sua porta?

Mãe de um único filho, a dentista Renata Meirelles, 51 anos, comemorou efusivamente a entrada do jovem em uma universidade pública no interior de São Paulo. Ajudou-o na mudança, na decoração do apartamento, nas primeiras compras. E ligava todos os dias. “Mas, aos poucos, vi que ele não tinha tempo para falar comigo. Foi um choque, caí numa tristeza profunda”, lembra.

O mesmo sentimento invadiu a vida da funcionária pública aposentada Ruth Nepabuceno, 58 anos, no ano passado, quando suas duas filhas se casaram e foram morar em outros Estados. “De repente, acabou a rotina frenética e a casa ficou silenciosa”, conta. “Não tinha mais companhia para nada, estava sozinha e sem vontade, às vezes, até mesmo de sair da cama.”

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Redação