Quando pensamos em envelhecer com qualidade de vida, uma das principais metas é manter a funcionalidade e as atividades do dia a dia com independência. Neste sentido, a prevenção de doenças está nas prioridades para viver bem, mas você sabia que pequenos acidentes domésticos também podem levar a danos irreversíveis e com grande impacto nas atividades do cotidiano de um idoso?

Fraturas, queimaduras, torções, cortes e muitos outros danos físicos podem ser ocasionados em situações simples como cozinhar, tomar um banho e limpar a casa. Quando somos mais jovens, esses acidentes domésticos podem não ter tanto impacto, mas à medida em que envelhecemos, são feridas que podem levar mais tempo ou mesmo nunca cicatrizarem, além de desencadearem outros problemas.

“Em alguém mais jovem um pequeno trauma não traria grandes problemas, mas um idoso em situação de vulnerabilidade pode ter mobilidade reduzida, dificuldade para caminhar. Isso pode se juntar a um desequilíbrio, corre o risco de cair e ter um trauma ainda mais grave. Como consequência, se ele fica mais tempo sentado ou deitado, pode levar a uma perda de massa muscular, que já é mais acelerada no idoso. São questões que podem ser definidoras no futuro, principalmente na manutenção da execução de tarefas do dia a dia”, explica o diretor científico da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, o médico especialista Renato de Mello.


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Em entrevista ao Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, o doutor lembrou outras situações simples que podem representar maiores riscos aos idosos. Segundo ele, uma queimadura na beira do fogão ou com café quente pode infeccionar e pode ter mais dificuldades para cicatrização. Já queimaduras com áreas maiores também podem levar à perda de líquidos e até desidratação. Até mesmo o atrito dos pés com sapatos mal adaptados podem abrir lesões. Também nos pés, fungos e frieiras na região dos dedos ou mesmo a queda de uma unha podem ser porta de entrada para bactérias.

Dentre os fatores que levam os idosos a sofrerem mais acidentes domésticos e terem mais complicações por causa desses episódios, estão:

  • Redução da força muscular, do equilíbrio e da flexibilidade
  • Lentidão dos reflexos
  • Deficiências nutricionais
  • Mobilidade reduzida
  • Doenças crônicas
  • Desequilíbrio hormonal

Envelhecer com qualidade de vida

O doutor ressalta que os pequenos traumas põem em risco especialmente aqueles idosos mais frágeis, com condições físicas mais vulneráveis.  Por isso, ele alerta que além dos cuidados na velhice, a prevenção dessas situações ocorre desde a juventude. “Doenças que as pessoas vão acumulando, consequências pelo estilo de vida, sedentarismo, fumo, consumo de bebida alcoólica, obesidade: todos esses são fatores determinantes para o maior risco de fragilidade na velhice”, afirma Renato de Mello.

Neste cenário, muitas variáveis podem influenciar. O doutor cita, por exemplo, o acesso à educação, à saúde, as condições econômicas e até mesmo as relações sociais. “Desde cedo é preciso priorizar uma rotina que envolva estímulo do cérebro, com leitura, interação social, atividade física e alimentação equilibrada. Nesses aspectos, uma vida com mais qualidade também depende das condições socioeconômicas”, destaca.

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