Especialistas confirmam: falar sobre sexo depois dos 50 anos faz bem para a vida a dois. Pode ser com terapeuta, médico ou com o parceiro. Por quê? Com informação, mitos e equívocos caem por terra.

4 estudos que ajudam a desvendar o sexo depois dos 50 anos

Desejo

O desejo está mais correlacionado a atitudes pessoais do que a fatores e doenças biológicas, sinaliza um estudo francês. 


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Muitos fatores contam para uma sexualidade ativa - boa saúde, elevada autoestima, vivência passada agradável, atitudes para valorizar a importância do sexo na vida a dois -, mas a principal é a adaptação para uma experiência mais sensorial, menos focada no desempenho e no coito.

Desempenho

Um estudo americano sobre os efeitos psicológicos do envelhecimento mostra que, com o tempo, os pilares de uma boa vida sexual mudam. Mais velhos têm experiências melhores quando há intimidade emocional, autonomia sem muito distanciamento, capacidade de gerenciar o estresse e manutenção da percepção positiva de si próprio e da relação.

sexo depois dos 50 anos

Crédito: wavebreakmedia/shutterstock

Frequência

Pesquisadores colombianos avaliaram fatores relacionados à sexualidade entre 137 pessoas de 52 a 90 anos de idade e concluíram que o número de relações sexuais diminuiu com a idade. Pelo estudo,  houve grupos com melhores médias para quesitos como adequação do sexo, desejo sexual, importância do sexo, masturbação e relações sexuais: pessoas casadas -mais do que as solteiras e homens.

Hormônios

Há evidências de que os estressores do dia a dia, o contexto em que a pessoa está inserida, as experiências passadas e os problemas de saúde mental dizem mais sobre o interesse sexual de mulheres de meia idade do que a menopausa em si. O modelo de avaliação de sexualidade que as retrata como vítimas de mudanças corporais e hormonais, segundo um estudo alemão, não considera fatores-chave, como personalidade, história pessoal e saúde.

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