Você se lembra daquela máxima de que, entre quatro paredes, vale tudo? Trata-se de uma boa frase para quem pensa em apimentar o sexo e ser mais criativo na hora de praticá-lo. Afinal, segundo a escritora americana Joan Price, como “nossos corpos mudam, nossas mentes mudam e nossos relacionamentos mudam, precisamos de novas informações para manter uma sexualidade sadia por toda a vida”. 

Ela sabe bem do que está falando. Trata-se de uma das principais militantes na área de sexo na maturidade nos EUA. “Pelo menos, a mais ruidosa”, diz, em entrevista ao portal do Instituto de Longevidade.  

Em sua farta obra – entre livros, artigos, workshops e vídeos no YouTube – sobre o tema, Joan não se cansa de responder a dúvidas sobre como ser “bom de cama” diante dos desafios que surgem com o passar da idade. 

“Uma das principais questões é que o sexo de antigamente não funciona mais”, conta ela. E isso pode ser devido a uma série de fatores: problemas eréteis, desconforto vaginal, desavenças no relacionamento, falta de desejo de uma das partes ou mesmo ausência de parceiro. 

Mas “nada disso é razão para acabar com o sexo”, ressalta. “Boa parte das pessoas não sabem que são seres sexuais ao longo da vida. Elas se desconectam de sua sexualidade”, diz ela, que é autora de “The Ultimate Guide to Sex after Fifty: How to Maintain – or Regain – a Spicy, Satisfying Sex Life” (O guia definitivo para o sexo depois dos cinquenta: como manter – ou recuperar – uma vida sexual picante e satisfatória). 


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Joan diz que a maneira como elas olham para a sexualidade depois dos 50 anos de idade “está mudando, mas não o suficiente”. “Ainda há muitos que dizem: ‘Se não posso ter uma ereção, o sexo está acabado’ ou ‘se eu não tenho lubrificação, acabou o sexo’.” 

O caminho do prazer é outro – e totalmente possível, segundo a escritora. As mudanças, afirma, não são uma “razão para desistir, mas para explorar e entender o que funciona melhor para você agora”. E ressalta: “Comunique-se, comunique-se e comunique-se e não pare de fazer sexo mesmo se não tiver parceiro”. 

Uma de suas dicas para um bom sexo na maturidade é justamente usar a boca para  conversar com o companheiro ou a companheira sobre o que dá prazer a você e o que emperra a prática do sexo. 

Conheça, a seguir, alguns conselhos de Joan Price para uma vida sexual sadia após os 50. 

  1.  Comunique-se

"Comunicar sobre o que sentimos, queremos, desejamos que o parceiro faça ou não faria muita diferença adiante, quando encaramos problemas físicos”, relata Joan. Uma das formas de estabelecer esse diálogo é puxar o assunto questionando como o outro gostaria que você fizesse. 

Segundo ela, se um dos dois enfrenta alguma barreira, há diversas formas de abordar o tema, como “querido, não importa se você não tem ereção, há muitas outras formas de fazer sexo” ou “se você não está tendo lubrificação, deixe-me aplicar esse maravilhoso lubrificante de uma maneira sexy”.  

  1.  Conheça seu corpo

Joan diz que é necessário aprender o que esperar do corpo enquanto envelhece. “Quando se é jovem e a pessoa está tomada pelos hormônios, a ereção é dada como certa.” Responder a perguntas como “o que a menopausa vai fazer na capacidade de resposta sexual?”, “como é o processo de envelhecimento do pênis?” e “é possível desenvolver outras maneiras de fazer amor ou sexo?” pode ajudar. 

  1.  Exercícios físicos

“Exercícios ajudam no fluxo de sangue, inclusive para os órgãos genitais. E precisamos disso para responder sexualmente, para a excitação e para o orgasmo. Os exercícios fazem com que nos sintamos melhor e gostemos mais de nossos corpos”, esclarece. 


 

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