Saiba tudo sobre os riscos e os benefícios do Viagra

“Tudo azul, todo mundo nu, no Brasil sol de norte a sul...” (Lulu Santos)

Quando compôs a canção “Tudo azul”, grande sucesso nos anos 1980, o cantor e compositor carioca Lulu Santos nem imaginava o que isso poderia significar para as gerações futuras. Na década seguinte, chegava ao mercado as tão desejadas pílulas azuis – o Viagra – que, além de deixar os dias mais azuis, dando a disposição necessária para que todo mundo ficasse nu a hora que bem entendesse, ainda era capaz de fazer o sol brilhar de norte a sul, como sugeria a canção.

Brincadeiras à parte, o Viagra foi responsável por devolver a vitalidade de muitos homens que sofriam de disfunção erétil e a alegria de suas parceiras. Por consequência, salvou diversos casamentos em todo o mundo.

Mas engana-se quem pensa que o Viagra aumenta a libido. Para que o medicamento funcione, é preciso que ocorra estímulo sexual. Sua ação vasodilatadora relaxa os vasos sanguíneos ligados ao pênis, inundando as cavidades do órgão e provocando a ereção. E é aí que mora o perigo. Ao aumentar o bombeamento sanguíneo, aumentam também as chances de distúrbios cardíacos. Médicos alertam que cardiopatas que já fazem uso de medicamentos vasodilatadores à base de nitrato ou nitroglicerina devem evitar fazer uso do Viagra, já que a combinação pode trazer o risco de infartos, derrames e até paradas cardíacas.

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Outros efeitos colaterais do medicamento muito comuns são tontura, má-digestão, congestão nasal, transtornos visuais, náuseas e, em casos mais raros, perda auditiva neurossensorial, desmaio, sangramento nasal e hipertensão.
Contudo, estudos recentes mostram que o tal patinho feio, em alguns casos, pode se transformar num lindo cisne do lago e que seus benefícios também são muitos. Além de melhorar a vida sexual dos casais, o azulzinho também oferece resultados no combate ao câncer e a doenças cardiovasculares.

Um dos medicamentos usados nas sessões de quimioterapia é o doxorrubicina, que pode causar sérios danos ao coração dos pacientes. Alguns médicos apostam que o Viagra pode ser mais eficiente que a doxorrubicina, por diminuir os danos ao sistema cardiovascular.

Mas o medicamento faz mal ou não ao coração? A resposta mais correta é “depende”. Por aumentar o bombeamento de sangue, o Viagra pode ser um risco a quem sofre do coração. Mas se o problema for insuficiência cardíaca, quando o coração não tem força suficiente para fazer o sangue circular pelo corpo, o azulzinho pode ser um grande aliado.

De uma maneira ou de outra, seja qual for o caso, em um ponto todos os especialistas concordam: não faça uso do medicamento sem a prescrição e o acompanhamento médico. Afinal de contas, para que você tenha uma vida sexual saudável, primeiro é preciso estar vivo.

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Redação