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Controle ansiedade e estresse com o que você coloca no prato

Adotar uma alimentação equilibrada é a melhor maneira de alcançar o bem-estar físico e mental

ansiedade
Bitt24/Shutterstock

É fato: a agenda acelerada, a avalanche de informações que nos cerca, os problemas e as dores de cabeça rotineiros são uma bomba de estresse sempre prestes a explodir. Junto dela aparecem a ansiedade, o cansaço, a falta de disposição e de concentração no trabalho e tantos outros inconvenientes que nos fazem desejar superpoderes para mudar a realidade.

Se você se identificou com o cenário, mas lamenta não ser um super-herói, saiba que o caminho para uma vida mais leve e sadia está mais perto do que imagina – fica dentro de casa, mais precisamente na cozinha, em cima da mesa.

É isso mesmo: o que você coloca no prato pode melhorar significativamente a sua qualidade de vida. “Uma alimentação saudável e equilibrada, rica em alimentos naturais, como frutas, verduras e legumes, é uma opção para aliar o prazer de comer à funcionalidade dos alimentos”, diz Juliana Dantas de Oliveira, nutricionista do HCor – Hospital do Coração, de São Paulo.

Adotar um estilo de vida saudável é essencial para acabar com esses sintomas indesejados aí de cima. Nesse contexto, a alimentação é muito importante, bem como a seleção adequada do que será consumido. Alguns estudos mostram que a suplementação de zinco pode contribuir para melhora dos níveis de depressão e ansiedade, pontua a especialista: “A recomendação diária para ingestão de zinco é de 8 mg para mulheres e 11 mg para homens”.

 

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14 BOAS FONTES DE ZINCO:

●      Castanha de caju torrada
●      Ervilha-seca cozida
●      Farinha de trigo integral
●      Feijão-branco cozido
●      Flocos de aveia
●      Grão-de-bico cozido
●      Lentilha cozida
●      Nozes
●      Ovo cozido
●      Pão de centeio
●      Pinhão
●      Soja (em grão) cozida
●      Tofu
●      Tremoço

Não podemos esquecer, é claro, dos alimentos que agem na prevenção de problemas futuros e deveriam ser obrigatórios no cardápio de uma pessoa madura. “Alguns nutrientes apresentam papel protetor na etiologia e progressão das doenças crônicas”, comenta Juliana.

 

O QUE DEVE ENTRAR NO CARDÁPIO

Na lista estão os antioxidantes, como vitamina C (encontrada em laranjas, goiabas, cajus, acerolas) e vitamina E (presente nos vegetais verde-escuros, em sementes oleaginosas, nos óleos vegetais e no germe de trigo).

Há, ainda, nutrientes importantes relacionados ao metabolismo ósseo, entre os quais o cálcio (fornecido por leites e derivados com baixo teor de gordura) e a vitamina D (disponível no óleo de peixe, sardinha e atum).

 

E O QUE DEVE SAIR

Enquanto os alimentos acima devem entrar no seu cardápio, outros devem sair rapidinho, caso das comidas ricas em gorduras e açúcar, bem como as industrializadas. “Além disso, seguir uma rotina alimentar também é muito importante. Evite ficar longos períodos sem se alimentar e pular refeições”, finaliza.

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